Termina a meados de ano que vêm o contrato de exploração com esta empresa. Acautelando o futuro apresentou uma proposta que visa a continuação. Essa proposta assenta basicamente em três pontos:
- exploração por mais 20 anos
- custo mensal de 1,500€ (actualmente é de 3,000€)
- e a construção de uma piscina
A Assembleia de Freguesia entendeu comunicar aos proponentes que a proposta “sabe” a pouco.
Posteriormente, a esta tomada de posição, a empresa via oficio apresentou uma série de considerações entre outras:
-que a Junta se comprometeu a viabilizar e concretizar a licença do Parque;
-a ausência de acessibilidades
-arranjos exteriores ao Parque
Em reunião extraordinária da A.F. no passado dia 15 de outubro entendeu propor um encontro com a Administração de empresa para chegarem a um entendimento sobre diversos pontos.
Se desta reunião não houver fumo branco, a junta ficará com a iniciativa de contactar o mercado para novo arrendatário.
Goradas as iniciativas pondera o executivo ficar com a exploração do parque de campismo.
A terminar no contrato em vigor existe uma cláusula contratual de uma caução de 25.000€ que segundo a Junta não aparece em lado nenhum.
Foi resolução da A.F. contactar o executivo anterior para explicações sobre esta caução.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
LIVRO VERDE DA REFORMA ADMINISTRATIVA DO PODER LOCAL
Derrotar o programa de subversão do Poder Local defender os direitos das populações
1. O agora anunciado “Livro Verde” (negro, e não verde se ao conteúdo se fizesse corresponder a cor) para a reforma administrativa do poder local constitui um verdadeiro programa de subversão do poder local democrático, uma nova e mais despudorada tentativa de concretização da velha ambição dos partidos da política de direita de ajustar contas com uma das mais importantes conquistas de Abril.
As propostas agora anunciadas, acobertadas pelo programa de agressão e submissão que PSD, CDS e PS subscreveram com a troika estrangeira, visam, ao arrepio da Constituição da República, liquidar a autonomia das autarquias e reconstituir um modelo de dependência e subordinação existente até ao 24 de Abril.
2. De facto, com a inteira colaboração do PS e dando continuidade a orientações e opções ensaiadas ou adoptadas em momentos anteriores, o governo prepara um salto qualitativo na ofensiva contra o poder local democrático. Um ataque que constituiria, a concretizar-se, a completa descaracterização dos elementos mais progressistas e avançados do poder local, a liquidação do que ele representa enquanto conquista de Abril com os seus elementos diferenciadores: um poder local amplamente participado; plural, colegial e democrático; dotado de uma efectiva autonomia administrativa e financeira; ocupando um lugar na organização democrática do Estado não subsidiário, nem dependente do nível central. Este programa de agressão ao poder local é, na sua essência e consequências, um programa de agressão às populações e às suas condições de vida, um factor de constrangimento do desenvolvimento económico e de agravamento de assimetrias regionais, de retrocesso da vida democrática local.
3. Sob um manto de falsidades e de formulações generalizantes, o pacote legislativo hoje anunciado visa nos seus eixos centrais e em concreto:
- o desfiguramento do sistema eleitoral com a eliminação da eleição directa das Câmaras e a imposição de um regime de executivos homogéneos, ferindo irremediavelmente não apenas as características plurais e democráticas hoje existentes, mas sobretudo consagrando um regime construído sobre o poder absoluto e a falta de controlo democrático, contendo em si mesmo ausência de transparência e factores de corrupção. Um desfiguramento acompanhado ainda de uma significativa redução do número de eleitos, lesiva do carácter participado e democrático do poder local. Em rigor, pode afirmar-se que o que agora é proposto tem subjacente uma concepção que ainda mantém o princípio da eleição (embora irremediavelmente limitada e amputada) mas que já não disfarça a ambição dos seus autores de impor um sistema de governação local que, à boa maneira do fascismo, tratava de nomear presidentes de câmaras e regedores para as freguesias, remetendo a gestão política para os chefes de secretaria municipais;
- a instituição de um regime de finanças locais, assente numa dinâmica de tributação adicional e penalizante sobre as populações, reduzindo os factores de coesão e eliminando o princípio constitucional da “justa repartição entre a administração central e local dos recursos do Estado”;
- a eliminação, de facto, da autonomia administrativa com a substituição da tutela inspectiva por uma tutela de mérito e integrativa e a subversão do actual regime de atribuições e competências, com a intenção de transferir competências municipais para estruturas supra municipais, numa inversão completa do que deve ser um efectivo processo de descentralização, a que as regiões administrativas dariam também corpo. O que agora se reapresenta é a repetição da reforma fracassada do então Secretário de Estado Miguel Relvas (2003), uma intenção que não serve o poder local nem uma efectiva política de descentralização. Antes constitui uma tentativa de despojar os municípios de numerosas atribuições e competências, afastando ainda mais as populações dos centros de decisão e diminuindo a sua participação;
- e ainda uma “reforma administrativa” que, com a eliminação de um número significativo de freguesias e municípios, visa a redução substancial da participação política, eliminar a proximidade entre os titulares de órgãos públicos e cidadão e retirar expressão e força à representação dos interesses locais.
4. O PCP dirige-se à população, ao movimento associativo e outras organizações presentes na vida local, aos eleitos em geral (incluindo muitos daqueles que pertencendo a outras força políticas reconhecem e identificam o poder local com um espaço de promoção de progresso, bem-estar e desenvolvimento), aos trabalhadores da administração local, aos patriotas e democratas para que ergam a sua voz e manifestem a sua oposição aos projectos de liquidação do poder local democrático, de mutilação de princípios constitucionais e de empobrecimento da vida e do regime democrático. A Comissão Política do Comité Central do PCP reafirma o seu total empenhamento na defesa de um poder local com provas dadas na promoção dos interesses populares, assegurando que os comunistas e os seus aliados na CDU, eleitos e não eleitos, intervirão activamente para resistir e derrotar este projecto, reafirmando que, também pelo que agora se conhece neste domínio, a rejeição do programa de agressão e submissão constitui um imperativo nacional, na luta por um Portugal com futuro.
1. O agora anunciado “Livro Verde” (negro, e não verde se ao conteúdo se fizesse corresponder a cor) para a reforma administrativa do poder local constitui um verdadeiro programa de subversão do poder local democrático, uma nova e mais despudorada tentativa de concretização da velha ambição dos partidos da política de direita de ajustar contas com uma das mais importantes conquistas de Abril.
As propostas agora anunciadas, acobertadas pelo programa de agressão e submissão que PSD, CDS e PS subscreveram com a troika estrangeira, visam, ao arrepio da Constituição da República, liquidar a autonomia das autarquias e reconstituir um modelo de dependência e subordinação existente até ao 24 de Abril.
2. De facto, com a inteira colaboração do PS e dando continuidade a orientações e opções ensaiadas ou adoptadas em momentos anteriores, o governo prepara um salto qualitativo na ofensiva contra o poder local democrático. Um ataque que constituiria, a concretizar-se, a completa descaracterização dos elementos mais progressistas e avançados do poder local, a liquidação do que ele representa enquanto conquista de Abril com os seus elementos diferenciadores: um poder local amplamente participado; plural, colegial e democrático; dotado de uma efectiva autonomia administrativa e financeira; ocupando um lugar na organização democrática do Estado não subsidiário, nem dependente do nível central. Este programa de agressão ao poder local é, na sua essência e consequências, um programa de agressão às populações e às suas condições de vida, um factor de constrangimento do desenvolvimento económico e de agravamento de assimetrias regionais, de retrocesso da vida democrática local.
3. Sob um manto de falsidades e de formulações generalizantes, o pacote legislativo hoje anunciado visa nos seus eixos centrais e em concreto:
- o desfiguramento do sistema eleitoral com a eliminação da eleição directa das Câmaras e a imposição de um regime de executivos homogéneos, ferindo irremediavelmente não apenas as características plurais e democráticas hoje existentes, mas sobretudo consagrando um regime construído sobre o poder absoluto e a falta de controlo democrático, contendo em si mesmo ausência de transparência e factores de corrupção. Um desfiguramento acompanhado ainda de uma significativa redução do número de eleitos, lesiva do carácter participado e democrático do poder local. Em rigor, pode afirmar-se que o que agora é proposto tem subjacente uma concepção que ainda mantém o princípio da eleição (embora irremediavelmente limitada e amputada) mas que já não disfarça a ambição dos seus autores de impor um sistema de governação local que, à boa maneira do fascismo, tratava de nomear presidentes de câmaras e regedores para as freguesias, remetendo a gestão política para os chefes de secretaria municipais;
- a instituição de um regime de finanças locais, assente numa dinâmica de tributação adicional e penalizante sobre as populações, reduzindo os factores de coesão e eliminando o princípio constitucional da “justa repartição entre a administração central e local dos recursos do Estado”;
- a eliminação, de facto, da autonomia administrativa com a substituição da tutela inspectiva por uma tutela de mérito e integrativa e a subversão do actual regime de atribuições e competências, com a intenção de transferir competências municipais para estruturas supra municipais, numa inversão completa do que deve ser um efectivo processo de descentralização, a que as regiões administrativas dariam também corpo. O que agora se reapresenta é a repetição da reforma fracassada do então Secretário de Estado Miguel Relvas (2003), uma intenção que não serve o poder local nem uma efectiva política de descentralização. Antes constitui uma tentativa de despojar os municípios de numerosas atribuições e competências, afastando ainda mais as populações dos centros de decisão e diminuindo a sua participação;
- e ainda uma “reforma administrativa” que, com a eliminação de um número significativo de freguesias e municípios, visa a redução substancial da participação política, eliminar a proximidade entre os titulares de órgãos públicos e cidadão e retirar expressão e força à representação dos interesses locais.
4. O PCP dirige-se à população, ao movimento associativo e outras organizações presentes na vida local, aos eleitos em geral (incluindo muitos daqueles que pertencendo a outras força políticas reconhecem e identificam o poder local com um espaço de promoção de progresso, bem-estar e desenvolvimento), aos trabalhadores da administração local, aos patriotas e democratas para que ergam a sua voz e manifestem a sua oposição aos projectos de liquidação do poder local democrático, de mutilação de princípios constitucionais e de empobrecimento da vida e do regime democrático. A Comissão Política do Comité Central do PCP reafirma o seu total empenhamento na defesa de um poder local com provas dadas na promoção dos interesses populares, assegurando que os comunistas e os seus aliados na CDU, eleitos e não eleitos, intervirão activamente para resistir e derrotar este projecto, reafirmando que, também pelo que agora se conhece neste domínio, a rejeição do programa de agressão e submissão constitui um imperativo nacional, na luta por um Portugal com futuro.
terça-feira, 19 de julho de 2011
SEMÁFOROS APAGADOS NA R. DIREITA

A imagem não está na perfeição? Concordo.
Mas na perfeição não estão os semáforos à longo tempo. Tempo demais para ser verdade. O amarelo, intermitente, que deveria regular o transito em ambos os sentidos da R. Direita (Quiaios) não funciona. Causas: contenção de custos, poupança de electricidade, falta de lâmpadas ou simplesmente desleixo.
Será a junta a culpada, ou a empresa concessionada para a sua manutenção - quem sabe se já faliu?
segunda-feira, 11 de julho de 2011
ALIENAÇÃO DO COMPUTADOR PORTÁTIL POR ELEMENTO DO ANTERIOR EXECUTIVO
O diferendo existente entre o actual executivo junta e o executivo passado no que ao património diz respeito.
Constatou, o actual executivo, de um pacote, que o anterior executivo contratou à TMN, onde constava: um computador fixo off ice box, acesso à Internet, 2 telefones fixos sem fios e acesso à banda larga pacote a ser amortizado pela junta.
Acontece que todo o equipamento se encontra na junta à excepção do computador portátil.
Em contacto com o executivo anterior, e questionado sobre o tema foi respondido que tinha sido vendido ao então Tesoureiro pela quantia de 180€ (?) com o argumento de que a lei o autoriza.
Perante insólita situação o Presidente do executivo informou a A.F. do ocorrido que por unanimidade resolveu abrir um inquérito com nomeação de uma comissão.
As conclusões do inquérito vieram tarde e a más horas, mas chegaram.
A comissão de inquérito, depois de audição, escrita, dos visados chegou a conclusões pouco clarificadoras, entre outras:
- o investimento não foi justificado
- a banda larga não foi utilizada.
-3/4 meses após a compra foi vendido.
- esta compra tenha sido realizada com alguma intenção.
A A.F. não se colocou à margem do assunto, por unanimidade, aprovou pedir um parecer jurídico à Associação Nacional Freguesias (ANAFRE) tendo por mediador da Junta.
Na passada A.F. 21/6/11, foi lida, pelo Presidente da Mesa, o tão desejado parecer que, entre muitas outras coisas clarificou; é proibido aos autarcas, eleitos, celebrar contrato fazer compras com as autarquias onde estão a exercer o mandato; e que os actos ora praticados são inválidos e de nenhum efeito.
Pelo que fica descrito, a resolução da A.F. foi: que fosse enviado o respectivo parecer aos visados a fim de tomarem conhecimento. Ponto final.
Não basta à A.F. constatar e concluir que: “é imoral e ilegal”. O caso merecia outro tratamento em causa está património da junta, e por inerência de todos nós. Não podendo ser encaminhada via Tribunal a questão criminal, por culpa própria: extinção de prazos, notificações tardias e mal feitas, etc. etc., deveria, no entanto, ser elaborado uma denúncia pública para que se saiba: do abuso que foi a apropriação, ilegítima, de bens da freguesia; o desenrolar do processo e respectivas conclusões.
Não pondo em causa o bom-nome de quem quer que seja, pois se alguém manchou o sadio-nome foram o(s) visado(s) com o acto que impune, reprovável e ilegalmente praticaram.
Assim se lapida o património das Freguesias.
Constatou, o actual executivo, de um pacote, que o anterior executivo contratou à TMN, onde constava: um computador fixo off ice box, acesso à Internet, 2 telefones fixos sem fios e acesso à banda larga pacote a ser amortizado pela junta.
Acontece que todo o equipamento se encontra na junta à excepção do computador portátil.
Em contacto com o executivo anterior, e questionado sobre o tema foi respondido que tinha sido vendido ao então Tesoureiro pela quantia de 180€ (?) com o argumento de que a lei o autoriza.
Perante insólita situação o Presidente do executivo informou a A.F. do ocorrido que por unanimidade resolveu abrir um inquérito com nomeação de uma comissão.
As conclusões do inquérito vieram tarde e a más horas, mas chegaram.
A comissão de inquérito, depois de audição, escrita, dos visados chegou a conclusões pouco clarificadoras, entre outras:
- o investimento não foi justificado
- a banda larga não foi utilizada.
-3/4 meses após a compra foi vendido.
- esta compra tenha sido realizada com alguma intenção.
A A.F. não se colocou à margem do assunto, por unanimidade, aprovou pedir um parecer jurídico à Associação Nacional Freguesias (ANAFRE) tendo por mediador da Junta.
Na passada A.F. 21/6/11, foi lida, pelo Presidente da Mesa, o tão desejado parecer que, entre muitas outras coisas clarificou; é proibido aos autarcas, eleitos, celebrar contrato fazer compras com as autarquias onde estão a exercer o mandato; e que os actos ora praticados são inválidos e de nenhum efeito.
Pelo que fica descrito, a resolução da A.F. foi: que fosse enviado o respectivo parecer aos visados a fim de tomarem conhecimento. Ponto final.
Não basta à A.F. constatar e concluir que: “é imoral e ilegal”. O caso merecia outro tratamento em causa está património da junta, e por inerência de todos nós. Não podendo ser encaminhada via Tribunal a questão criminal, por culpa própria: extinção de prazos, notificações tardias e mal feitas, etc. etc., deveria, no entanto, ser elaborado uma denúncia pública para que se saiba: do abuso que foi a apropriação, ilegítima, de bens da freguesia; o desenrolar do processo e respectivas conclusões.
Não pondo em causa o bom-nome de quem quer que seja, pois se alguém manchou o sadio-nome foram o(s) visado(s) com o acto que impune, reprovável e ilegalmente praticaram.
Assim se lapida o património das Freguesias.
terça-feira, 21 de junho de 2011
ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NA FREGUESIA DE QUIAIOS
No passado dia 5 de Junho realizaram-se as eleições legislativas para deputados com assento na Assembleia da República, dando início a nova legislatura com a duração de quatro anos, e não a eleição para primeiro-ministro como insistentemente e mentirosamente nos pretendem impingir.
Os resultados, da CDU, no concelho resultaram no aumento de votantes (292) e percentagem (1,13%): 2.034 (6,09%) em 2009, para 2.326 (7,22%) em 2011, tendo em consideração que o número de eleitores inscritos aumentou, passou: de 58.543 em 2009 para os 58.984 em 2011.
É óbvio que nas 18 freguesias, que compõe o Concelho, a nossa flutuação danos perspectivas para, no futuro, obter resultados mais animadores aumentar e consolidar o nosso eleitorado.
Analisemos agora os resultados na freguesia comparando com as legislativas de 2009.
Em 2009 o PS foi a força vencedora com 655 votos (43,49%), seguido pelo PSD 359 (23,84%), BE 168 (11,16%) CDS 122 (8,1%) e a CDU 75 (4,98%).
Em 2011 inverteu-se as posições, a força vencedora foi o PSD com 535 votos (35,04%), seguido pelo PS 501 (32,81%), CDS 132 (8,64%), BE 87 (5,7%) e a CDU 71 (4,65%).
Em primeiro lugar, as perdas: o PS perde 154 votos, o BE 81 e a CDU 4. Os ganhos: PSD 176 votos e o CDS 10.
Também se verificou uma subida dos votos brancos 89 e nulos 30 em comparação com 2009 onde os resultados foram 53 brancos e 23 nulos.
Lembrar que o número de eleitores inscritos aumentou, quando comparados a 2009, passando dos 3.001 para os actuais 3.025. Com a participação de 1.527 votantes, a abstenção ficou-se nos 50,48%.
Temos portanto a chamada evolução na continuidade nos partidos da política de direita, com responsabilidades diferentes, mas em ambos os casos grandes, enormes, no estado a que Portugal chegou, e agravar-se-ão mais e mais se o programa das troikas for por diante.
-Despedimentos mais fáceis e baratos.
-Ataque a direitos de quem trabalha e mais precariedade.
-Aumento dos impostos, das taxas moderadoras, dos medicamentos, da energia, rendas de casa etc.
-Cortes nos salários, pensões, subsídios de desemprego e prestações sociais.
-Encerramento de escolas e serviços de saúde e tribunais.
O que se aproxima não é animador para o Povo para os trabalhadores e para o País.
Aplicar uma imagem gastronómica, deliciosa e elucidativa ao evoluir das votações: os Quiaiosenses em 2009 resolveram comer: “carne com massa”, em 2011 optaram por: “massa com carne”.
ATÉ QUANDO?
Os resultados, da CDU, no concelho resultaram no aumento de votantes (292) e percentagem (1,13%): 2.034 (6,09%) em 2009, para 2.326 (7,22%) em 2011, tendo em consideração que o número de eleitores inscritos aumentou, passou: de 58.543 em 2009 para os 58.984 em 2011.
É óbvio que nas 18 freguesias, que compõe o Concelho, a nossa flutuação danos perspectivas para, no futuro, obter resultados mais animadores aumentar e consolidar o nosso eleitorado.
Analisemos agora os resultados na freguesia comparando com as legislativas de 2009.
Em 2009 o PS foi a força vencedora com 655 votos (43,49%), seguido pelo PSD 359 (23,84%), BE 168 (11,16%) CDS 122 (8,1%) e a CDU 75 (4,98%).
Em 2011 inverteu-se as posições, a força vencedora foi o PSD com 535 votos (35,04%), seguido pelo PS 501 (32,81%), CDS 132 (8,64%), BE 87 (5,7%) e a CDU 71 (4,65%).
Em primeiro lugar, as perdas: o PS perde 154 votos, o BE 81 e a CDU 4. Os ganhos: PSD 176 votos e o CDS 10.
Também se verificou uma subida dos votos brancos 89 e nulos 30 em comparação com 2009 onde os resultados foram 53 brancos e 23 nulos.
Lembrar que o número de eleitores inscritos aumentou, quando comparados a 2009, passando dos 3.001 para os actuais 3.025. Com a participação de 1.527 votantes, a abstenção ficou-se nos 50,48%.
Temos portanto a chamada evolução na continuidade nos partidos da política de direita, com responsabilidades diferentes, mas em ambos os casos grandes, enormes, no estado a que Portugal chegou, e agravar-se-ão mais e mais se o programa das troikas for por diante.
-Despedimentos mais fáceis e baratos.
-Ataque a direitos de quem trabalha e mais precariedade.
-Aumento dos impostos, das taxas moderadoras, dos medicamentos, da energia, rendas de casa etc.
-Cortes nos salários, pensões, subsídios de desemprego e prestações sociais.
-Encerramento de escolas e serviços de saúde e tribunais.
O que se aproxima não é animador para o Povo para os trabalhadores e para o País.
Aplicar uma imagem gastronómica, deliciosa e elucidativa ao evoluir das votações: os Quiaiosenses em 2009 resolveram comer: “carne com massa”, em 2011 optaram por: “massa com carne”.
ATÉ QUANDO?
sábado, 7 de maio de 2011
CONCLUINDO
Aqui estamos chegados a um ano de (des) governação de Bloco Central, o que temos?
As obrigações, prioridades e o apoio ao munícipe consagradas no programa, ainda não foram cumpridas. E quando serão?
Em entrevista ao D. Coimbra (Janeiro 2011) o caudilho do Executivo começa por revelar que: “o estado de graça desta governação, pode de um momento para o outro chegar ao fim”.
Vão, para já, contando com a “compreensão” da população, no entanto tem: “consciência de que há-de chegar a altura e dirão são todos iguais”.
O “queixinhas” não fazia melhor.
Vamos ficar por aqui e esperar mais um ano de mandato.
No entanto para a CDU, e desgraçadamente para a Freguesia:
“Quiaios continua a encher chouriços”.
As obrigações, prioridades e o apoio ao munícipe consagradas no programa, ainda não foram cumpridas. E quando serão?
Em entrevista ao D. Coimbra (Janeiro 2011) o caudilho do Executivo começa por revelar que: “o estado de graça desta governação, pode de um momento para o outro chegar ao fim”.
Vão, para já, contando com a “compreensão” da população, no entanto tem: “consciência de que há-de chegar a altura e dirão são todos iguais”.
O “queixinhas” não fazia melhor.
Vamos ficar por aqui e esperar mais um ano de mandato.
No entanto para a CDU, e desgraçadamente para a Freguesia:
“Quiaios continua a encher chouriços”.
IMPORTANTE REUNIÃO DE REVISÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL (P.D.M.) 1 DE JUNHO
Uma informação que consideramos da maior importância para a Freguesia e seus residentes: a realização de uma reunião, 1 de Junho, camarária descentralizada no âmbito da revisão do Plano Director Municipal e a elaboração da Agenda 21 local a ter lugar em Quiaios.
Local e hora será divulgado oportunamente.
Aconselhamos a atenção necessária para a sua realização que o momento exige. É chegado a hora de nos manifestarmos sobre este Plano.
Local e hora será divulgado oportunamente.
Aconselhamos a atenção necessária para a sua realização que o momento exige. É chegado a hora de nos manifestarmos sobre este Plano.
LOMBAS JUNTO ÀS BOMBAS DE COMBUSTÍVEL
Esta obra foi executada pela Junta no mandato de 2002/2005.
Em Assembleia de Freguesia, com a participação do actual Presidente bem como do seu Secretário eleitos na lista do PSD, foi discutida a execução da obra. Não se entende, portanto, a obsessão da Junta de Freguesia em se apoiar e esconder no Executivo camarário para a sua conclusão.
Observação: em campanha eleitoral foi apontada como uma das primeiras obras a ser executada.
Em Assembleia de Freguesia, com a participação do actual Presidente bem como do seu Secretário eleitos na lista do PSD, foi discutida a execução da obra. Não se entende, portanto, a obsessão da Junta de Freguesia em se apoiar e esconder no Executivo camarário para a sua conclusão.
Observação: em campanha eleitoral foi apontada como uma das primeiras obras a ser executada.
VARIANTE A QUIAIOS, OU ESTRADA DE ACESSO LOCAL
Uma “variante” com início no entroncamento da Rua da S. da Graça com o caminho das Levadas (seguindo-lhe o traçado, alargando-o para 7 metros) cruzando a Rua das Matas, passando por detrás da creche e que irá desembocar na actual Estrada para a Praia de Quiaios, logo abaixo do café Pousafol, e que, segundo a mesma fonte, irá ser alargada.Este desfecho é tudo menos o que a freguesia, o turismo e o desenvolvimento da Praia de Quiaios necessitam.
Lembrar aos nossos leitores que a lista P.S.D. “UNIR QUIAIOS” que comanda os destinos da Freguesia, e o seu par de coligação P.S. “QUIAIOS MERECE MAIS” no capítulo das prioridades dos seus programas esclareciam: Lutar pela construção da circular externa a Quiaios, entre a A17 e a Praia de Quiaios.
Uma chamada de atenção: em recente visita de trabalho (Novembro 2010) com o Executivo da Junta de Freguesia, foi afirmado pelo Presidente da Câmara:
“estamos apostados em levar para a frente a circular externa de Quiaios”.
De igual modo foi defendida, pelo vereador Miguel de Almeida, a importância desta obra: “indispensável para o desenvolvimento da praia de Quiaios” declarando que:
“há mais de 15 anos que a circular externa anda de plano em plano”.
Julgamos que esta revelação, vinda de quem vem, tem o seu grau de gravidade, responsabilidade e significado.
Nos últimos doze (12) anos, quem geriu a Câmara foi o P.S.D.
Neste espaço temporal nunca foi anunciada a intenção de execução do tão desejado projecto. Não temos conhecimento de que, quando em funções de vereador (com Santana Lopes) e posteriormente de deputado na Assembleia da República, alguma vez tivesse encaminhado o assunto para discussão ou análise, nem tão pouco lembrado o problema.
Por outro lado, do lado dos Órgãos da Freguesia, oposição incluída, não foi esboçado um voto de desaprovação, protesto, ou vir a público elucidar do teor da reunião e das declarações nela proferidas. Seria o mínimo que se exigia.
Por que o não fizeram?
Qual a razão, e os valores em jogo?
Perguntas a que esta gente não responde porque estão partidária e politicamente comprometidos, são coniventes, e parte interessada com as actuais políticas para a freguesia. Por isso o silêncio.
Lembrar aos nossos leitores que a lista P.S.D. “UNIR QUIAIOS” que comanda os destinos da Freguesia, e o seu par de coligação P.S. “QUIAIOS MERECE MAIS” no capítulo das prioridades dos seus programas esclareciam: Lutar pela construção da circular externa a Quiaios, entre a A17 e a Praia de Quiaios.
Uma chamada de atenção: em recente visita de trabalho (Novembro 2010) com o Executivo da Junta de Freguesia, foi afirmado pelo Presidente da Câmara:
“estamos apostados em levar para a frente a circular externa de Quiaios”.
De igual modo foi defendida, pelo vereador Miguel de Almeida, a importância desta obra: “indispensável para o desenvolvimento da praia de Quiaios” declarando que:
“há mais de 15 anos que a circular externa anda de plano em plano”.
Julgamos que esta revelação, vinda de quem vem, tem o seu grau de gravidade, responsabilidade e significado.
Nos últimos doze (12) anos, quem geriu a Câmara foi o P.S.D.
Neste espaço temporal nunca foi anunciada a intenção de execução do tão desejado projecto. Não temos conhecimento de que, quando em funções de vereador (com Santana Lopes) e posteriormente de deputado na Assembleia da República, alguma vez tivesse encaminhado o assunto para discussão ou análise, nem tão pouco lembrado o problema.
Por outro lado, do lado dos Órgãos da Freguesia, oposição incluída, não foi esboçado um voto de desaprovação, protesto, ou vir a público elucidar do teor da reunião e das declarações nela proferidas. Seria o mínimo que se exigia.
Por que o não fizeram?
Qual a razão, e os valores em jogo?
Perguntas a que esta gente não responde porque estão partidária e politicamente comprometidos, são coniventes, e parte interessada com as actuais políticas para a freguesia. Por isso o silêncio.
Na última reunião de A.F foi confirmado pelo Presidente do Executivo que o projecto de traçado está a ser concluído e irá ser presente, pelo novo Director de Serviços Municipal, à C.C.D.R.C. a fim de colher o aval para a continuação do processo, concluindo que se este projecto não tiver um andamento mais rápido a Câmara Municipal corre o risco de perder os fundos comunitários.
CENTRO ESCOLAR
Não conhecemos embuste maior do que este.
Perde-se no tempo e em campanhas eleitorais passadas o intervir insistindo na elaboração do projecto e na construção de tal equipamento.
Sucede que os planos foram alterados e Centro Escolar, “já era”.
Se assim é por que se insiste em dar como certo, para já, este equipamento para Quiaios?
Perde-se no tempo e em campanhas eleitorais passadas o intervir insistindo na elaboração do projecto e na construção de tal equipamento.
Sucede que os planos foram alterados e Centro Escolar, “já era”.
Se assim é por que se insiste em dar como certo, para já, este equipamento para Quiaios?
Mudança do Centro Escolar para perto do Colégio de Quiaios; quem compra os terrenos onde se irá instalar o referido Equipamento?
Executivo da Junta: a compra dos terrenos é da responsabilidade Câmara Municipal.
Executivo da Junta: a compra dos terrenos é da responsabilidade Câmara Municipal.
No universo de doze terrenos (12) que é preciso adquirir estão apenas comprados dois (2).
No Mapa de Investimentos da Câmara, estão previstos três Centros Escolares: o de S. Julião, que está em execução, o de S. Pedro e o de Vila Verde. Ponto final.
Será isto, falar verdade ao Pais?
domingo, 10 de abril de 2011
UM ANO PASSADO, O QUE TEMOS...

365 dias, quase, passados à frente dos destinos da freguesia. A mudança política encetada pelos Quiaiosenses, a 18 de Abril 2010 nas eleições intercalares, trilha caminhos velhos e de má memória.
Façamos pois, uma viagem sobre um ano de mandato, de Bloco Central PSD/PS, nos órgãos autárquicos da nossa Terra.
Porquê o Bloco Central?
Uma pergunta a que o Presidente do Executivo responde na primeira entrevista, de quatro, aos órgãos regionais de informação escrita: “é antes um acordo”, “o P.S. tem um programa mais semelhante com o nosso”, “é assim, na política, quem ganha, não se alia ao segundo”. Esclarecedor.
Ficou pois distribuído o “bolo”:
-Executivo PSD.
-Assembleia de Freguesia PS, presidência e o 1º secretário, 2º secretário do PSD.
“Desenvolvimento”, “zelar”, “executar”, “turismo”, “prioridades”, “dignificar”, “revitalizar”, “rigor”, “unir”, “brilho”, “sinceridade”, “transparência” etc. etc. etc. uma panóplia de palavras corriqueiras que são apregoadas mas o resultado...
Mas será que algum desses dois partidos tem realmente vocação e capacidade de bem governar?
O decorrer dos anos tem mostrado com evidência crescente que qualquer deles tem por objectivo não enfrentar e resolver problemas mas sim alcançar o poder – e, uma vez aí instalados, manter-se.
Uma pergunta a que o Presidente do Executivo responde na primeira entrevista, de quatro, aos órgãos regionais de informação escrita: “é antes um acordo”, “o P.S. tem um programa mais semelhante com o nosso”, “é assim, na política, quem ganha, não se alia ao segundo”. Esclarecedor.
Ficou pois distribuído o “bolo”:
-Executivo PSD.
-Assembleia de Freguesia PS, presidência e o 1º secretário, 2º secretário do PSD.
“Desenvolvimento”, “zelar”, “executar”, “turismo”, “prioridades”, “dignificar”, “revitalizar”, “rigor”, “unir”, “brilho”, “sinceridade”, “transparência” etc. etc. etc. uma panóplia de palavras corriqueiras que são apregoadas mas o resultado...
Mas será que algum desses dois partidos tem realmente vocação e capacidade de bem governar?
O decorrer dos anos tem mostrado com evidência crescente que qualquer deles tem por objectivo não enfrentar e resolver problemas mas sim alcançar o poder – e, uma vez aí instalados, manter-se.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
FINALMENTE, ARRANJADO
domingo, 30 de janeiro de 2011
ESPÉCIE DE BALNEÁRIOS.
SEM TÍTULO
EM NOME DOS RESIDENTES, E DO TURISMO. CONSERTEM O BURACO...

Praia de Quiaios, Av. dos Pescadores, Praceta dos Malmequeres em pleno passeio permanece, há meses, o buraco.
Em "Discurso Directo", o Sr. Presidente da Junta, ao Jornal as beiras refere; "que será uma mais valia para o turismo, a execução da variante".
Em contraponto aconselharíamos, para satisfazer os habitantes da Freguesia, que fosse reparado o buraco.
Será uma mais valia, uma exigência, sem recurso a agradecimentos.
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