domingo, 14 de abril de 2013

FOI ASSIM NA PASSADA SEXTA FEIRA NO S.I.TAVAREDENSE

FIGUEIRA DA FOZ - GRANDE COMÍCIO DO PCP criar PDFversão para impressãoenviar por e-mail
      

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Mais de duas centenas de pessoas encheram o teatro da Sociedade de Instrução Tavaredense no comício do PCP na Figueira da Foz. Nesta iniciativa, inserida na acção nacional do PCP "por um governo e uma política patrióticos e de esquerda", usaram da palavra Frederico Carvalho da JCP, Silvina Queiróz, da DORC do PCP e Jerónimo de Sousa.
O Secretário Geral do PCP abordou a situação nacional e alguns reflexos da política de direita na Figueira da Foz. "Dois anos quase concluídos de governação e de aplicação do Pacto de Agressão que nos conduziram para a mais grave recessão das últimas quatro décadas, com uma destruição brutal da capacidade produtiva do país.
Destruição que continua, porque continua a mesma política de desprezo pelos sectores produtivos. Isso está bem patente na situação dos Estaleiros Navais do Mondego. Uma empresa com uma importância estratégica no sector da construção e reparação naval e na produção nacional que ao longo da sua existência construiu um total de 236 navios.
Uma empresa com história e mão-de-obra altamente qualificada, e que provou ao longo de décadas a capacidade ímpar de construção de navios de qualidade para os mais diversos mercados.
O PCP considera inaceitável todo o processo que levou à venda e depois à concessão em 2012 a uma empresa, com problemas financeiros e ao que parece sem história de construção naval, que ganhou o concurso sem nunca ter colocado os estaleiros a funcionar, nem integrado a totalidade dos cerca de 50 trabalhadores.
O país precisa destes Estaleiros, desde logo pela frota pesqueira da Figueira da Foz, pelo movimento no porto da Figueira, pela necessidade de manutenção da frota de catamarans do Tejo, e pela importância que o mar devia assumir para o desenvolvimento económico e social do país.
O PCP já questionou o governo sobre este problema, confrontando-o com a necessidade de medidas urgentes e de soluções para a sua viabilização, incluindo a intervenção directa do Estado, seja na gestão seja no financiamento, salvando os Estaleiros e todos os postos de trabalho existentes.
Esta é uma luta que vale pena travar e que tem a solidariedade e o empenho dos comunistas portugueses!
Nós não podemos aceitar o continuado definhamento dos nossos sectores produtivos e da ruína de milhares de micro, pequenos e médios empresários e explorações agrícolas.
Nos campos, o que vemos da parte dos nossos agricultores é um grande grito de revolta, porque se vêem a empobrecer e os seus problemas e as ajudas à produção e ao desenvolvimento da agricultura não são considerados.
Também aqui é patente o desprezo deste e doutros governos nos últimos anos.
É um escândalo, que a Obra Hidroagrícola do Mondego, uma obra que começou há mais de 30 anos, se arraste sem fim à vista. Portugal produz cerca de 150 mil toneladas de arroz, ou seja, metade do que consome.
Os Ministros da Agricultura, vão afirmando, ano após ano, que há dinheiro para as Obras, mas fica sempre por fazer a Obra Hidroagrícola do Mondego.
Temos que dizer: Basta de promessas! É tempo de passar à acção, tomando as medidas necessárias de apoio aos nossos orizicultores, à economia da região e do País.
Mais uma vez reafirmamos que os agricultores do Baixo Mondego podem contar com o PCP na luta pela defesa das suas justas reivindicações!
Um governo que accionou uma política de exploração do trabalho sem precedentes com as alterações que introduziu ao Código de Trabalho. Que promoveu o empobrecimento generalizado dos portugueses com as suas deliberadas políticas de degradação dos rendimentos das classes e camadas populares, pela via do ataque aos salários, às reformas, às prestações sociais, aos direitos sociais, com o aumento dos impostos e dos preços dos bens essenciais, agravando as desigualdades e fazendo crescer as situações de pobreza.
Um governo que atacou tudo o que são interesses populares, nomeadamente com a política de destruição do Poder Local, liquidando freguesias, condenando-o à asfixia financeira e demolindo a sua autonomia, em prejuízo dos interesses locais. Que impulsionou um brutal ataque ao direito à saúde, à educação, à segurança social e a todos os serviços públicos em prejuízo das populações.
Veja-se o caso gritante do transporte ferroviário desta região. Depois do esvaziamento das oficinas da EMEF da Figueira da Foz, que chegaram a ter mais de 400 trabalhadores, e do seu posterior encerramento, preparam-se para encerrar a linha do oeste e desmantelar o ramal da Pampilhosa – Figueira da Foz.
Foi assegurado que o encerramento seria temporário e para realizar obras. O Governo do PS, questionado pelo PCP, garantiu em Abril de 2009 que as obras seriam iniciadas em breve. Até hoje.
O último Governo do PS é responsável pelo encerramento do Ramal e o actual governo do PSD/CDS é responsável pela não realização das obras e pela não reabertura da linha.
É uma necessidade premente que se realizem as obras, que o Ramal seja modernizado, reaberto a passageiros e mercadorias, com horários compatíveis!
Essa é uma luta que precisamos de continuar a travar!
Concluindo, este é um governo que impôs sacrifícios sem conta aos trabalhadores, ao povo e ao país, com o aumento dos impostos, o corte nos rendimentos, o aumento dos preços, a drástica redução das prestações sociais e no acesso aos serviços, e nenhum dos objectivos que anunciou e afirmou comprometer-se, relativos

sábado, 13 de abril de 2013

RITA RATO DEPUTADA DO PCP VISITA ESTALEIROS N. MONDEGO

Deputada do PCP visita a Figueira da Foz e Coimbra criar PDFversão para impressãoenviar por e-mail
12-Abr-2013
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A Deputada do PCP, Rita Rato, visitará o distrito de Coimbra na próxima segunda-feira, dia 15 de Abril. Durante a visita dedicará atenção à situação dos Estaleiros Navais do Mondego, na Figueira da Foz e contactará com Estudantes da Universidade de Coimbra.



Programa da Visita: 
10H30 – Reunião com estruturas sindicais na União dos Sindicatos da Figueira da Foz (União dos Sindicatos da Figueira da Foz; União dos Sindicatos de Coimbra; SITE- Centro/Norte)


11H15 – Reunião com a Administração dos Estaleiros Navais de Mondego;


12H00 – Contacto com trabalhadores dos Estaleiros Navais do Mondego;


13H15 – Contacto com estudantes nas cantinas amarelas e azuis da UC Coimbra;


15H30 – Administração do Porto da Figueira da Foz;

16H30 – Comunicação Social no Centro de Trabalho da Figueira da Foz;

sábado, 30 de março de 2013

MEMÓRIA DE UM LUTADOR




sábado, 30 de Março de 2013, 19:24
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Não dei por alguém se ter lembrado do primeiro aniversário da morte de António Dias Lourenço. Talvez tenha sido distracção minha, pois pouca importância dei aos jornais e televisões no passado domingo. Mas o esquecimento que pressinto não é algo que não antecipasse. Chegou a dizer-mo em conversas. Disse-me tantas coisas que hoje, perante um papel em branco, não é simples recordar um dos poucos heróis com quem privei.
Morreu com 95 anos e era a derradeira figura épica do Partido Comunista. Esteve 17 anos preso, protagonizou a mais espectacular fuga das prisões salazaristas, não cedeu a torturas que lhe brutalizaram o corpo e, mais importante do que tudo isso, jamais deixou de ser o mesmo homem. Generoso, tolerante à diferença, terno, disponível.
Falámos muitas vezes. E continuámos a fazê-lo quando assumi posições ferozes contra o seu partido. Nunca me confrontou com elas, nunca me disse que não podia ser, que eu estava errado e que o caminho certo era outro.
É claro que o pensava. Mas falávamos de outras coisas: das suas histórias, claro, do que arriscou, sofreu, construiu. Cada um de nós é uma pequena ilha, maior ou mais pequena. Mas ele mais parecia um continente.
Entrou para o Partido Comunista aos 16 anos pelas mãos de Diamantino Barros – um metalúrgico de Alverca.
Dez anos depois, em 1942, o conhecido Manuel Guedes sondou-o acerca da sua disponibilidade – e o jovem António respondeu-lhe que a sua vida pertencia ao partido.
Entregou-se à clandestinidade, tornou-se membro do Comité Central e nos anos 40 foi um dos principais responsáveis pela multiplicação do número de comunistas no Alentejo.
Conto-lhe um pouco dele, um pouco do que me passou…
A incrível fuga de Peniche já não tem segredos – pelo que passo por ela. E conto-lhe do seu pequeno filho, António como o pai, a quem foi diagnosticada uma leucemia fatal.
Lourenço estava preso e a PIDE, sabendo que a criança de 10 anos tinha pouco tempo de vida, permitiu uma última visita. Ao fim de cinco minutos, os guardas tiraram-lhe o filho dos braços. Ele pensou em atacá-los – mas teve consciência de que seria a última imagem que o pequeno levaria do seu pai. E conteve-se. No abraço de despedida, prometeu-lhe que falariam mais tarde e jurou-lhe eterno amor.
A direcção do PCP levou a criança a Moscovo, mas nada havia a fazer. Morreu na União Soviética e o corpo veio para Portugal embalsamado e com um sorriso. Após várias pressões, permitiram ao pai assistir ao funeral. Com a filha mais velha ao colo, Dias Lourenço aproximou-se do corpo do filho e para ela falou: «Estás a ver, querida? O mano António está a sorrir, está feliz».
Levantado do Chão, primeiro grande romance de José Saramago, conta a história de várias famílias alentejanas e da formação de uma cooperativa agrícola. O livro é inspirado por várias personagens – e a mais marcante de todas talvez tenha sido Dias Lourenço. Foi quem redigiu o manifesto de greve que é descrito no romance.
Ele adorava recordá-lo. Não tanto como a amizade com Soeiro Pereira Gomes e Alves Redol, padrinho da sua filha mais velha. Mas gostava de lembrar o Levantado do Chão como se nessa memória guardasse o essencial de si mesmo.
Dias Lourenço falava de literatura, emocionava-se com a memória do pequeno António e voltava sem sofrimento visível aos intermináveis dias de tortura. Nunca sentiu a dor física para não lhes dar o prazer de o ver sofrer. Mas depois. Bem, depois era pior.
Da primeira vez, um guarda do Aljube teve de o ajudar a subir as escadas. Chamava-se Manuel e todos o tratavam por Manuelzinho. Dias Lourenço subiu as escadas e, assim que chegou ao corredor dos presos políticos, bateu à porta de cada uma das celas com uma frase de ordem: «Malta, aqui ninguém fala. Os comunistas não falam».
Numa das celas ouviu um preso a chorar em voz alta. Guardou o nome para si, nunca mo disse.
Quando foi preso pela segunda vez, um conhecido pide de nome Tinoco gritou-lhe: «A gente já sabe que não fala do partido, mas tenho aqui um papel em que nos chama assassinos e está cá o meu nome. Tem que dizer quem escreveu isto».
António fez-lhe o sorriso da ordem. Algemaram-no com as mãos atrás das costas. Durante três dias e quatro noites espancaram-no e deram-lhe choques eléctricos. Na penúltima noite, Tinoco entrou na companhia de uma série de homens e voltou a falar do papel. Lourenço só conseguiu abanar a cabeça. Após mais um espancamento, abriram-lhe a boca, meteram-lhe o papel lá dentro e colocaram um adesivo. Toda a noite ficou assim – e o papel, por sorte, dissolveu-se.
Na manhã seguinte quatro agentes puseram-lhe a cabeça em cima de uma mesa, um deles apertou-lhe o nariz durante bastante tempo, outro tirou-lhe o adesivo e o terceiro fê-lo engolir um copo de água. Que lhe soube muito bem: «É verdade, Luís. Eu nunca falei, mas engoli muito papel».
Estava em casa de Bento Jesus Caraça no dia em que o matemático morreu, corria o ano de 1948. Relembrava-o por se irritar sempre que ouvia Mário Soares afirmar que não era comunista.
O partido enviara-o a casa de Bento para lhe dizer que, tendo em conta as dificuldades económicas por que passava, o ajudariam no que fosse preciso. Não o chegou a dizer. O professor Pulido Valente saiu do quarto a chorar e abraçou Manuel Mendes. Lourenço percebeu que nada mais poderia ser feito. E, como estava na clandestinidade, saiu o mais rapidamente que pôde.
De muitas mortes lhe falei. O curioso é que o fiz a propósito de alguém com verdadeira paixão pela vida. Um homem com estofo para aguentar o humor ácido de Ramalho Eanes, o que não é coisa pouca.
«Considero-o um amigo. E ainda como Presidente da República, numa cerimónia em Belém, como se nada fosse e com aquela cara que só ele tem, perguntou-me quantos anos estive preso. Respondi-lhe: ‘17’. Eanes, depois de uns segundos de silêncio, com um ar combalido, adiantou que eu devia ter devorado muitas criancinhas para estar tantos anos preso».
Para acabar, outra morte. A do pai, homem que Dias Lourenço admirava. Nos últimos instantes, o filho deu conta que uma luz na mesa-de-cabeceira encadeava os olhos ao pai. Perguntou-lhe se desejava que a apagasse. O velho pai escolheu então as suas últimas palavras: «Não, filho, o que eu preciso é de luz, muita luz. Não a apagues, por favor».




4 Comentários

Pedro Magro Ramos
23.08.2011 - 09:58
Apesar de conter algumas incorrecções é um grande artigo sobre um grande homem, que tive o prazer de conhecer. Foi e é com esta massa humana que se forjou este magnifico colectivo que dá pelo nome de PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS.

Gorete Carvalho
22.08.2011 - 13:47
Grande artigo, Luís....a si que o conheço pelo que escreve....um abraço.

deepdevil
21.08.2011 - 19:31
Hoje já não se fabricam homens assim!

Cincomileum
21.08.2011 - 17:13
António Dias Lourenço-Um Grande Homem.Um gigante perseguido por tantos anões que se julgam gente.Só podia ser membro do Partidão!O único! O verdadeiro!



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sexta-feira, 29 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

PRÓXIMAS ELEIÇÕES AUTARQUICAS

Mais CDU significará uma mais sólida garantia do trabalho, honestidade e competência


Acto Público da CDU, Jerónimo de Sousa destacou a coligação como uma grande força política nacional nas autarquias, com um projecto singular, um percurso de trabalho e um património de obra realizada indissociavelmente ligada à construção do Poder Local, a essa corrente de transformação, de progresso e desenvolvimento, a que o Poder Local democrático deu corpo no Portugal de Abril.

QUAL O PRÓXIMO PASSO?


ENCERROU ESTA UNIDADE DE PRODUÇÃO

INDEMINIZADOS OS SEUS TRABALHADORES, O QUE FAZER DESTE ESPAÇO?

O BURACO QUE FICA DA EXPLORAÇÃO, É DE RESPEITO.

A EMPRESA DE ACORDO COM O CONTRATO DE EXPLORAÇÃO TERIA QUE DEIXAR UM BARREIRA VEGETAL QUE DISFARÇA-SE,  MINEMIZA-SE O IMPACTO DA PAISAGEM.

NÃO QUEREMOS SER DERROTISTA.
FRASEANDO UM PROVERBIO POPULAR : QUANDO O ENXOVAL NÃO VAI COM A NOIVA....

domingo, 10 de março de 2013

TRAGAM UM AMIGO TAMBÉM...


ALMOÇO DOS 92 ANOS DO PCP

NO PRÓXIMO DOMINGO 17 MARÇO NO RESTAURANTE "A COVA" TAVAREDE PELAS 13HORAS

INSCRIÇÕES NO C.T. DA FIGUEIRA DA FOZ       233 425 314

EMENTA; SOPA, BACALHAU ASSADO COM BATATAS A MURRO,  SOBREMESA E CAFÉ



domingo, 17 de fevereiro de 2013

INCÚRIA E INSENSATEZ, QUE PODE SAIR CARO À FREGUESIA


-PRAIA DE QUIAIOS ENTRADA PRINCIPAL JUNTO ÀS BANDEIRAS.
 
-PASSADIÇO QUE NOS TRANSPORTA AO BAR EXISTENTE E CONSEQUENTE POSTO DE SOCORROS A NÁUFRAGOS.

- DUNAS COM INTERESSE ECOLÓGICO, AMBIENTAL E LOCAL POR ISSO PROTEGIDAS POR LEI DE QUAISQUER TRABALHOS, AGRESSÃO OU MODIFICAÇÃO.


-O QUE TERÁ PASSADO PELA CABEÇA
DOS DIRIGENTES DA JUNTA PARA MANDAREM
EXECUTAR ESTE TRABALHO QUE SÓ ESTÁ AO
ALCANCE DAS ENTIDADES OFICIAIS,
MARÍTIMAS E AMBIENTAIS?

 

SER AUTARCA NÃO É CADASTRO

 
 
 
 
 
(...)
Sejamos claros: ser autarca não é cadastro. Um cidadão não pode ser privado injustamente dos seus direitos políticos pelo facto de ter sido autarca durante doze anos, e a limitação de mandatos que está estabelecida na lei não pode ser entendida como uma punição necessária de quem presidiu a executivos autárquicos.
O PCP bate-se pelo rigor, pela honestidade e pela competência no exercício de cargos públicos, e defende a adoção de todas as medidas que previnam quaisquer fenómenos de abuso de poder, de corrupção ou de clientelismo no exercício dessas funções. Mas não se identifica com aqueles que procuram transmitir a ideia de que tais fenómenos decorrem inevitavelmente do exercício de funções autárquicas, como se não houvesse neste país milhares de cidadãos que, como autarcas, servem desinteressadamente a causa pública e que não merecem ser alvo de um permanente juízo de suspeição.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

ENCONTRO DISTRITAL DA CDU







A CDU realizou um Encontro distrital de eleitos e activistas de Coimbra, dia 9 de fevereiro, no IPJ em Coimbra.
 
Durante o encontro afirmou-se a CDU como espaço unitário, onde participam militantes do PCP, do PEV e muita gente sem partido que ajuda a construir o projecto autárquico CDU. Um projecto autárquico construído e implantado não só em período eleitoral ou nas vésperas de eleições. Um projecto distintivo, com provas dadas, com trabalho realizado e com intervenção reconhecida que, em Coimbra, teve expressão nos mais variados campos ao longo de anos. A CDU foi a voz de Luta, de proposta, de denúncia e de alerta da grave situação económica e social dos Concelhos e do País.
 
No distrito de Coimbra, a CDU tem a Presidência de 8 Juntas de Freguesia, tem cerca de uma centena eleitos em Assembleias de Freguesia, tem vários eleitos nas Assembleias Municipais e tem um Vereador na Câmara Municipal de Coimbra.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A LUTA CONTINUA... LÁ ESTAREMOS.


Foto
 Porque não se pode dar tréguas a esta política e a este governo, participa!

MANIFESTAÇÃO 16 FEVEREIRO (Coimbra)
Transporte assegurado: Junto ao ciclo Dr João de Barros ás 14H.
Inscreve-te no teu sindicato ou nesta união. Tel:233424677